
Pensava no por que,
Do dia ser claro, e para que chover?
Pensava, que estava tudo bem
Com a vida que vivia,
Mas quando acordei pude ver mais além
Via tudo, de uma maneira
Via todos, pensando besteira
Me vi no canto de visões, de uma humanidade cega de opiniões
Preconceitos, brigas e discussões.
Faziam felizes os rostos dos grandões
Que com o medo e o caos dominavam o mundo
Por um poder vindo de um papel verde imundo
Faziam sofrer seus irmãos
Pareciam até ter 12 dedos em uma só mão
De tão deferentes que se julgavam do resto da população
E o mundo todo a acolher
Suas tais ordens sem perceber
Se tornaram bonecos do movimento
“o que vale é poder”
Mas agora,
Sinta mais um pouco, veja além da ilusão, de uma verdade cega, que engana o coração.
Nessa verdade nada faz sentido, se nela pensar me abre o chão,
Confronto de inimigos, mandante e população.
Nesse mundo de artigos, o mais certo é o coração
Divergências de sentidos, confundem amor e paixão
Jogos de desejos reprimidos
Que alienam um ser são.
By: Leonardo Bourbon